by Corey Mwamba

Translations: French, Portuguese, Spanish

Track list/Liste des pistes/Lista de canciones/Faixas do EP

  • And Yet You Keep Coming For Us
  • Always Fight The Monolith
  • Half for me, Half for you

Instruments: vibraphone, piano, junior drums, bass ukulele, synth, bells, baoding balls, trolley lip gong, audio processing.

Continuing my work in Songs for the New Folk, I want to consider notions of belonging for Black diaspora communities: what it means to “belong”, and the nature and tensions of “sharing spaces” with indigenous and settled communities. The notion of space is not just through geography or physical space, but also through cultural artefacts such as music, clothing, and food.

I’m also thinking of the limits and modes of “sharing”: what is the motivation behind the transmission? When is it too little, or too much? How does sharing affect agency? This is something that I have had to reflect on a lot over the last two years. The act of sharing music through subscription has led to a feeling of liberation and control; but having experienced commodification of Black artists on this platform (link to article) raises questions about the safety of this “shared space”.

Date de sortie : 6 juin 2021

Instruments: vibraphone, piano, percussions, ukulélé basse, synthé, carillon, boules chinoises, gong, traitement audio.

Pour poursuivre le travail entamé sur mon album Songs for the New Folk, je souhaite incorporer des notions d’appartenance pour les communautés diasporiques noires : que signifie « appartenir » ? Quid de la nature et des tensions que « le partage d’espaces » avec les communautés autochtones et sédentarisées implique ? La notion d’espace n’est pas que géographique ou physique. Elle s’exprime également à travers les objets culturels comme la  musique, l’habillement et la nourriture.

Je m’interroge aussi sur les limites et les formes de « partage » : qu’est-ce qui motive la transmission ? Quand est-ce trop, ou trop peu ? Comment le partage affecte-t-il la capacité d’agir ? Cette question n’a cessé de me tarauder depuis deux ans. Le partage de musique par l’abonnement a créé un sentiment de libération et de contrôle, mais pour avoir personnellement vécu la marchandisation des artistes noirs sur cette plateforme (lien vers l’article), je me pose des questions sur la sécurité de cet « espace partagé ».

Fecha de lanzamiento: 6 junio 2021

Instrumentos: vibráfono, piano, junior drums, ukelele bajo, sintetizador, campanas, esferas chinas, trolley lip gong, procesamiento de audio.

Para continuar con mi trabajo en Songs for the New Folk, quiero considerar las nociones de pertenencia para las comunidades de la diáspora negra y lo que significa “pertenecer” y la naturaleza y tensiones de “compartir espacios” con las comunidades indígenas y asentadas. La noción de espacio no sólo se refiere a la geografía o al espacio físico, sino también a los artefactos culturales, como la música, la ropa y la comida.

También pienso en los límites y modos de ‘compartir’: ¿cuál es la motivación de la transmisión? ¿Cuándo es poco o demasiado? ¿Cómo afecta el hecho de compartir a la agencia? Llevo mucho tiempo reflexionando sobre ese tema en los últimos dos años. El acto de compartir música a través de la suscripción ha dado lugar a una sensación de liberación y control, pero el haber experimentado la mercantilización de los artistas negros en esta plataforma (enlace al artículo) plantea dudas sobre la seguridad de este “espacio compartido”.

Data de lançamento: 6 de Junho, 2021

Instrumentos: vibrafone, piano, bateria júnior, ukulele de baixo, sintetizador, sinos, bolas de baoding, gongo Trolley Lip, processamento de áudio.

Nesta continuação do meu trabalho em Songs for the New Folk [Canções para o Povo Novo], pretendo considerar conceitos de pertença no que se refere às comunidades negras de diáspora: o significado de “pertencer”, e o cariz e as tensões associados à “partilha de espaços” com comunidades indígenas / estabelecidas. O conceito do espaço articula-se não só através da geografia e do espaço físico, mas também através de artefactos culturais, tais como a música, a roupa e a comida.


Também estou a considerar os limites e as formas de “partilhar”: quais são os motivos por trás da transmissão? Quando é que aquilo é insuficiente, ou insuficiente? De que forma é que a partilha influencia a agência? Eis um assunto sobre o qual tenho reflectido bastante ao longo dos últimos dois anos. O acto de partilhar música através de uma subscrição tem contribuído para um sentimento de libertação e controlo; mas a experiência de testemunhar a mercantilização dos artistas nesta plataforma (ver artigo) levanta dúvidas acerca da segurança deste “espaço partilhado”.

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